Na 10ª temporada de Queer Eye, o icônico grupo Fab Five chega a Washington, D.C., para oferecer sua tradicional transformação de estilo e autoestima a cinco pessoas: duas irmãs, uma professora de escola charter, uma mãe solteira bombeira, um reparador de barcos e um padrasto com uma grande família reconstituída.

A temporada mantém os elementos que os fãs já conhecem — e alguns que podem não gostar —, mas seu maior diferencial continua sendo o mesmo desde o início: a série não impõe mudanças, apenas as inspira.

Lançado originalmente em 2003 no canal Bravo e relançado pela Netflix em 2018, Queer Eye sempre desafiou estereótipos culturais sobre a comunidade LGBTQ. Não o fez com gritos ou cobrando punições a preconceituosos. Em vez disso, mostrou interações humanas positivas e se conectou com as pessoas onde elas estavam.

Enquanto a série fazia seu trabalho, as atitudes culturais mudaram significativamente. Segundo a Gallup, em junho de 2003, apenas 39% dos americanos apoiavam o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Hoje, esse número chega a 68%.

Com uma mensagem unificadora — de que, independentemente de raça, partido político ou orientação sexual, podemos ter interações enriquecedoras —, Queer Eye encerra sua trajetória após esta temporada, deixando um legado de empatia e transformação.

Fonte: Reason