A Play! Pokémon, subsidiária da The Pokémon Company, manteve a desqualificação do jogador profissional Firestar73, conhecido por sua comemoração excessiva durante partidas de Pokémon Go. A decisão, anunciada nesta semana, mantém o atleta fora do torneio, mesmo após ele ter vencido o Campeonato Regional de Orlando 2026.
Revolta na Comunidade
A medida provocou insatisfação entre jogadores e fãs do jogo. Em comunicado, a Play! Pokémon justificou a decisão com base em infrações durante a final do torneio:
Durante a Grande Final de Pokémon Go, identificamos comportamentos inadequados do jogador. Na primeira partida da série de desempate, ele foi advertido por bater e sacudir a mesa durante a partida. Tais ações podem prejudicar a experiência dos participantes e atrapalhar o andamento do jogo. Na quinta partida, o comportamento continuou, com sacudidas tão intensas que afetaram a transmissão ao vivo. Essas repetidas infrações resultaram em uma penalidade severa, culminando na perda do jogo.
Nós mantemos as decisões dos juízes do evento. Eles são essenciais para garantir a integridade competitiva e uma experiência justa para todos.
Celebração vs. Disrupção
Apesar da decisão, a Play! Pokémon afirmou que apoia comemorações autênticas e positivas, desde que não afetem o jogo:
Em momentos de vitória, as emoções são intensas, e reconhecemos que isso pode levar a reações enérgicas. Apoiamos essa empolgação, mas ações que desrespeitam a integridade competitiva não serão toleradas.
Críticos, no entanto, questionam a aplicação das regras. O jogador desqualificado, Firestar73, negou as acusações em rede social:
O 'incidente' que vocês agora alegam como base da decisão não afetou o jogo em nada, mas decidiu todo o torneio. A Seção 2.1 exige [mais detalhes].
Reações da Comunidade
Jogadores e profissionais do meio esportivo eletrônico se manifestaram. O co-proprietário da Team Liquid e jogador de Super Smash Bros, Hungrybox, argumentou:
Pokémon Go é um jogo de ação. Os jogadores ficam constantemente tocando a tela por cerca de cinco minutos por partida. É natural ter alguma exasperação.
A polêmica reforça debates sobre a aplicação de regras em torneios de jogos móveis, onde a emoção muitas vezes se confunde com a intensidade da partida.