A Universidade da Carolina do Norte (UNC) encerrou o Draft da NFL 2026 sem nenhuma de suas promessas ser selecionada. O resultado reforça os desafios enfrentados pela equipe no primeiro ano sob o comando do técnico Bill Belichick e do gerente-geral Mike Lombardi.

Em 2025, Lombardi afirmou que os Tar Heels haviam se tornado a 33ª franquia da NFL, sugerindo que os outros 32 times não tinham interesse em nenhum de seus jogadores aptos para o Draft. A realidade, no entanto, mostrou-se ainda mais crítica: nenhum jogador da UNC foi escolhido entre as 257 seleções do evento.

Falta de talento e estratégias frustradas

A ausência de jogadores draftados não foi mera coincidência. A equipe chegou tarde à janela do transfer portal, buscando reforços para uma temporada única que, em seguida, deixariam a universidade rumo à NFL. Sem tempo para formar uma classe forte de calouros, a UNC dependia de jogadores experientes — mas mesmo esses não foram suficientes para se destacarem.

Belichick e sua comissão técnica não conseguiram desenvolver os talentos disponíveis a ponto de chamar a atenção dos olheiros da liga. A combinação de recrutamento tardio, falta de coesão no elenco e dificuldades técnicas resultou em um ano improdutivo para o programa.

O que vem pela frente?

O fracasso no Draft 2026 levanta questionamentos sobre o futuro da UNC no futebol americano universitário. Lombardi, que assumiu a missão de reconstruir o time, agora precisa reavaliar suas estratégias de recrutamento e desenvolvimento de jogadores. A pressão aumenta, especialmente após um ano em que a equipe não conseguiu produzir sequer um nome para o Draft.

Com a temporada 2026 se aproximando, a diretoria e a comissão técnica terão que agir rápido para evitar que a frustração se repita. O desafio agora é claro: transformar promessas em resultados tangíveis antes que a próxima janela de transferências abra novamente.