Líderes pedem união após tiroteio em evento da imprensa

O ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e o atual presidente, Donald Trump, uniram-se em um apelo por unidade após o tiroteio ocorrido durante o jantar anual dos correspondentes da Casa Branca, no sábado (25).

Obama publicou uma mensagem nas redes sociais no domingo, enfatizando a importância de rejeitar a violência como meio de resolução de conflitos políticos. "É nosso dever rejeitar a ideia de que a violência tem lugar em nossa democracia", afirmou.

"Embora ainda não tenhamos detalhes sobre os motivos por trás do tiroteio de ontem à noite no jantar dos correspondentes da Casa Branca, é nosso dever rejeitar a ideia de que a violência tem lugar em nossa democracia. Também é um lembrete comovente da coragem e do sacrifício dos agentes do Serviço Secreto dos EUA, que demonstram isso diariamente. Sou grato a eles e agradeço por o agente ferido estar bem."

— Barack Obama (@BarackObama), 26 de abril de 2026

Trump, por sua vez, também se pronunciou durante o evento, destacando a união entre os presentes, independentemente de filiações políticas. "Tivemos republicanos, democratas, independentes, conservadores, liberais e progressistas. Todos estavam ali, em um grupo recorde, com muito amor e união", declarou aos repórteres.

Detalhes do incidente

Em entrevista ao programa 60 Minutes, transmitida no domingo, Trump descreveu sua reação ao ouvir os tiros. "Eu queria ver o que estava acontecendo. Não facilitei as coisas para ele", afirmou, em trecho divulgado pela CBS.

O suspeito, identificado como Shane Sturgill, foi indiciado por dois crimes de uso de arma em ato violento e agressão a agente federal com arma perigosa, segundo a procuradora do Distrito de Columbia, Jeanine Pirro. A audiência de apresentação está marcada para segunda-feira (27), com acusações adicionais possivelmente a caminho.

O agente ferido no incidente, identificado como Christopher Combs, permanece estável, conforme informações oficiais.

Fonte: The Wrap