A apresentadora Rachel Maddow dedicou parte de seu programa na segunda-feira (20) para elogiar o jogo arcade ‘Operation Epic Furious’, uma sátira política que critica Donald Trump e a guerra no Irã. Em tom bem-humorado, ela revelou ter passado horas jogando e incentivou os telespectadores a experimentar a versão online.
O game foi criado pelo grupo Secret Handshake, conhecido por ações anônimas contra Trump, como estátuas em tamanho real do ex-presidente e de Jeffrey Epstein em Washington, D.C. Durante o programa, Maddow mostrou imagens de máquinas arcade instaladas no Memorial de Guerra da capital americana, onde o público pode jogar gratuitamente.
O nome do jogo faz referência a ‘Operation Epic Fury’, termo usado por Trump para se referir à operação militar no Irã. A brincadeira, segundo Maddow, ganhou ainda mais força com o título completo: ‘Operation Epic Furious: Strait to Hell’.
No game, o jogador assume o papel de Trump e deve tomar decisões como:
- Quantas latas de Diet Coke encomendar;
- Quantos arquivos de Epstein queimar;
- Se deve ou não invadir o Irã.
Após cumprir essas tarefas, o jogador pode deixar a Casa Branca de helicóptero para combater inimigos no Irã. Como recompensa, é possível acumular petróleo e postagens no Truth Social escritas em rolos de papel higiênico.
O jogo termina quando o jogador retorna à Casa Branca e encontra a primeira-dama Melania Trump. Ao ser questionado, o personagem responde se queimou todos os arquivos de Epstein. Caso contrário, a primeira-dama pede para segurar sua mão — o que resulta em game over.
Maddow não resistiu às risadas ao descrever a trama. “Sou péssima em jogos. Passei tempo demais jogando hoje”, confessou. Ela também mencionou um momento em que o vice-presidente JD Vance aparece no Irã e revela ter feito todos os testes cognitivos de Trump, atrapalhando sua partida.
Ao final, a apresentadora brincou: “Não sabemos quem são os responsáveis pelo jogo, mas, sinceramente? Que eles continuem”.