A Eli Lilly anunciou nesta terça-feira (16) uma parceria com a Profluent, startup de biotecnologia especializada em inteligência artificial, para desenvolver novas formas de editores de genes. A tecnologia em estudo tem potencial para inserir genes inteiros em pacientes, ampliando as possibilidades de tratamento para doenças genéticas.
A colaboração, no entanto, ainda não detalha quantos programas serão desenvolvidos, quais doenças serão priorizadas ou o valor pago antecipadamente pela Lilly. Caso todos os projetos avancem conforme o planejado, a farmacêutica poderá desembolsar até US$ 2,25 bilhões em pagamentos por marcos de desenvolvimento.
O acordo faz parte de uma estratégia mais ampla da Eli Lilly no campo da edição genética. Nos últimos anos, a empresa investiu pesadamente em genética, impulsionada pelos recordes de receita de seus medicamentos para obesidade e diabetes. Recentemente, inaugurou um novo centro de medicina genética em Boston e adquiriu diversas empresas especializadas em terapia gênica e edição de genes.
Com essa parceria, a Lilly reforça seu compromisso com inovações disruptivas no setor farmacêutico, buscando soluções mais precisas e eficazes para doenças até então consideradas intratáveis.