Eugene Braunwald, amplamente reconhecido como o pai da cardiologia moderna, faleceu no dia 22 de abril aos 96 anos. Sua morte reacendeu memórias de inúmeras conversas que tivemos ao longo dos anos — especialmente sobre dois grandes sonhos que ele compartilhou comigo ao longo de sua carreira.

O primeiro deles era trabalhar ao lado de outros cientistas para transformar teorias em soluções práticas, capazes de prevenir infartos e minimizar os danos ao músculo cardíaco após o início de um ataque. Braunwald não apenas realizou esse objetivo, como também se tornou o cardiologista mais influente de sua geração, redefinindo a prática médica cotidiana.

Sua contribuição foi tão profunda que suas descobertas ainda moldam os tratamentos cardíacos utilizados atualmente. Braunwald não apenas sonhou com avanços científicos; ele os tornou realidade, salvando milhões de vidas ao redor do mundo.