Ninguém morreu baleado durante o jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca (WHCA), realizado na noite de sábado no Hilton de Washington, D.C. O ex-presidente Donald Trump, que enfrentou acusações de agressão ilegal contra o Irã, suporte a genocídio na Palestina, retirada de ajuda humanitária global e perseguição a minorias nos EUA, saiu ileso do incidente.
Enquanto Trump participava do evento, um homem armado invadiu o hotel em uma área restrita. Segundo autoridades, o suspeito, identificado como Cole Tomas Allen, viajou de trem da região de Los Angeles até Washington com o objetivo não esclarecido. Allen teria passado por um posto de segurança, trocado tiros com agentes e sido detido. Durante a confusão, um tiro atingiu o colete à prova de balas de um agente do Serviço Secreto. Como medida de precaução, Trump e o vice-presidente JD Vance foram evacuados do local.
Após a interrupção, os convidados, que haviam se reunido para celebrar e fazer networking com figuras políticas controversas, foram orientados a deixar o evento. Relatos indicam que alguns aproveitaram para tirar selfies e consumir champanhe deixado nas mesas. Mais tarde, Trump falou à imprensa, incluindo a repórter Weijia Jiang, da CBS News, que estava sentada ao seu lado durante o jantar. O ex-presidente, beneficiário de um avião de US$ 400 milhões doado pela família real do Catar, minimizou o episódio, sugerindo que o ataque reforçava sua relevância histórica.