O atacante Raphinha, camisa 11 da seleção brasileira, é hoje um dos jogadores mais determinados e inspiradores do futebol mundial. Com sua intensidade, velocidade e capacidade de liderança, ele se tornou peça fundamental no Barcelona e será a grande esperança de Carlo Ancelotti no Mundial 2026.
Após 24 anos sem conquistar um título mundial, a Seleção Brasileira chega ao torneio com a missão de reerguer o futebol nacional. Para isso, depende cada vez mais de jogadores como Raphinha, que alia técnica apurada a um trabalho incessante em campo. Enquanto os brasileiros são tradicionalmente lembrados por seu gingado e criatividade — nomes como Pelé, Garrincha e Ronaldinho vêm à mente —, o atual camisa 11 da equipe se destaca por sua força física, pressing agressivo e versatilidade.
Raphinha não é apenas um jogador que decide jogos com gols e assistências, mas um líder que motiva seus companheiros com atitude e dedicação. Dentro ou fora de posse de bola, sua presença é constante, e seu impacto no time é inegável.
O salto de qualidade no Barcelona
Após uma chegada discreta ao Barcelona em 2022, Raphinha explodiu na temporada 2024-25, marcando 34 gols e dando 25 assistências, além de ajudar o time a conquistar o triplete nacional sob o comando de Hansi Flick. Suas atuações foram tão impressionantes que ele se tornou o primeiro brasileiro a ser eleito o melhor jogador da La Liga.
"Nunca tive um jogador como ele" — Hansi Flick, técnico do Barcelona.
Apesar de não ter conquistado o Ballon d’Or 2025 — ficando em quinto lugar —, Raphinha não escondeu sua confiança. Em entrevista ao Sofascore, afirmou: "Sabia que seria difícil ganhar, afinal a Champions League pesa muito. Mas eu me colocaria em primeiro lugar". Sua autoconfiança e determinação são evidentes, e seu estilo de jogo intenso é raro entre os atacantes modernos.
A capacidade de atuar em ambas as pontas do ataque e até como meia-atacante reforça sua importância no time. Raphinha é, hoje, um dos melhores jogadores do mundo, e sua evolução nos últimos anos é notável.
Segunda chance no Mundial
Esta será a segunda participação de Raphinha em uma Copa do Mundo. Em 2022, no Catar, ele integrou o grupo de nove atacantes convocados por Tite, mas não conseguiu marcar. A eliminação nas quartas de final para a Croácia, nos pênaltis, ainda é uma lembrança dolorosa para o jogador, que agora busca apagar esse histórico.
O Brasil chega ao Mundial 2026 como uma das seleções favoritas, mas enfrenta desafios. A ausência de um título mundial desde 2002 pesa, e a pressão por resultados é grande. Raphinha, no entanto, parece mais preparado do que nunca para assumir a responsabilidade e liderar a equipe rumo ao tão sonhado hexacampeonato.