Em meio à crescente cobrança por maior responsabilidade sobre os impactos de seus produtos de inteligência artificial na saúde mental, a diretora clínica do Google, Megan Jones Bell, reafirmou o compromisso da empresa em tornar a tecnologia uma ferramenta útil para quem busca ajuda no Gemini.

Segundo Jones Bell, em entrevista à STAT, a abordagem mais eficaz não é restringir o acesso à IA, mas aprimorar a experiência do usuário para oferecer suporte seguro e direcionado. "Às vezes, pode parecer que desativar um recurso evita danos, mas acreditamos que tornar o produto mais seguro e útil, além de fortalecer essa ponte para o apoio necessário, é o caminho mais efetivo para beneficiar o maior número de pessoas", declarou.

O Google implementou recentemente atualizações no Gemini para destacar automaticamente links de linhas de apoio em situações de risco de automutilação. Além disso, o assistente virtual mantém o diálogo ativo, reforçando frases como: "Estou aqui para ouvir".